Há tantas despedidas diferentes. Cada uma delas apenas um pouco menos triste do que aquela que a precedeu. Lentamente, como só a melancolia poderia espelhar, somos confrontados com um regresso até ao principio do riso, que é choro.
Assim, nascer começa por ser uma primeira grande despedida. Iniciática, dilacerante e também profunda até ao mergulhar derradeiro. De cada vez, soçobrantes estaremos de volta para nascermos menos tristes, porque quase prontos. Para nascer outra vez.


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