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Soluço as lágrimas que te secaram, cada um dos teus gestos imóveis, as horas que esperaste de brincar.
Minha criança ficcionada, como é impossível que existas, lábios de ódio a abrirem-se cerrados, doridos de dizer; olhos mortos; seios rasos; feridas cheias sem vontade de morrer.

